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Covid-19: um terço das mortes nos EUA aconteceu em asilos

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NOVA YORK - Pelo menos 28.100 residentes e trabalhadores morreram devido ao novo coronavírus em casas de repouso e outras instituições de longa permanência para idosos nos Estados Unidos. A informação é de um levantamento do New York Times. Até o momento, o vírus infectou mais de 153.000 pessoas em cerca de 7.700 instalações.

Embora apenas 11% dos casos do país tenham ocorrido em instituições de longa permanência, as mortes relacionadas ao Covid-19 nesses locais representam mais de um terço dos óbitos por pandemia no país.

A parcela de mortes ligadas a asilos é ainda mais acentuada em nível estadual. Em 14 estados, o número de residentes e trabalhadores que morreram representa mais da metade de todas as mortes pelo vírus.

Quem vive em asilo corre um alto risco de ser infectado pela Covid-19 e morrer, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças. O novo coronavírus é conhecido por ser particularmente letal para idosos com comorbidades, e pode se espalhar mais facilmente em instalações comunitárias, onde muitas pessoas vivem em um ambiente confinado e os trabalhadores se deslocam de sala em sala.

Os números do New York Times incluem dados sobre lares de idosos, instituições voltadas para a vida assistida, instalações de assistência à memória, comunidades de aposentados e idosos e instalações de reabilitação.

Os números do Times são baseados em confirmações oficiais de estados, condados e as próprias instalações. Os totais mostrados quase certamente representam uma subconta do acumulado real, avisa o jornal.

Fonte New York Times


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