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GÊMEOS

Nova investigação com base numa coorte de 33086 gêmeos na Suécia. 
Um novo estudo, que avaliou a associação entre o diabetes mellitus tipo II (DMT2) na meia-idade e doença cerebrovascular (DCB) no fim da vida, descobriu que indivíduos que desenvolveram DMT2 entre os 40 e os 59 anos de idade tinham o dobro do risco de oclusão cerebral e um risco 30% mais elevado de infarto cerebral. 
A partir do Registro Sueco de Gêmeos, os investigadores examinaram os dados de 33086 indivíduos gêmeos nascidos em 1958 ou antes que apresentavam resultados discordantes. Um total de 1248 (3,8%) tiveram DMT2 entre os 40 e os 59 anos de idade e 3121 (9,4%) tiveram DCB aos 60 anos ou idade superior.
Os investigadores concluíram que, embora o DMT2 na meia-idade estivesse significativamente associada ao infarto cerebral (razão de probabilidades [RP]: 1,29; IC de 95%: 1,03-1,61) e à oclusão (RP: 2,03; IC de 95%: 1,20-3,44) mais tarde na vida, não havia qualquer associação significativa entre a DMT2 na meia-idade e a hemorragia intracerebral ou subaracnoide. 
Análises adicionais dos pares de gêmeos sugeriram que os fatores ambientais familiares genéticos no início da vida não pareceram explicar a associação entre o DMT2 na meia-idade e o infarto cerebral no fim da vida. 
Ao escreverem no periódico, os autores afirmaram que as conclusões salientam a necessidade de controlar o DMT2 na meia-idade para ajudar a prevenir o infarto cerebral e a oclusão de artérias cerebrais mais tarde na vida. Afirmaram também ser necessária mais investigação para esclarecer as conclusões. 

Referências: Yang R, Pedersen NL, Bao C, Xu W, Xu H, Song R, Qi X, Xu W. Type 2 diabetes in midlife and risk of cerebrovascular disease in late life: a prospective nested case−control study in a nationwide Swedish twin cohort. Diabetologia. June 2019. DOI: 10.1007/s00125-019-4892-3.


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