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Mais Atividade Física e Menos Televisão Estão associados com Aumento da Expectativa de Vida.

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Os autores examinaram as associações entre realizar atividade física de moderada-a-vigorosa (AFMV) e de assistir televisão, em períodos de lazer, e a expectativa de vida livre de 3 tipos de desfechos cardiovasculares.

Foram incluídos 13.534 participantes da coorte do estudo ARIC (Atherosclerosis Risk in Comunities). A análise de modelos de sobrevida estimou as associações de AFMV no último ano (comparada com não-AF, menos que a média, igual ou mais que a média) e assistir TV (comparada a frequente ou menos frequente, às vezes e raramente) com a expectativa de vida aos 50 anos livre de doença arterial coronariana (DAC), acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca congestiva (ICC), não-fatais.

Após 27 anos de seguimento, 4.519 indivíduos desenvolveram 1 dos desfechos CV não-fatais e 5.475 óbitos ocorreram. Comparados aos participantes não-AFMV, aqueles engajados em AFMV igual ou maior que a média, apresentaram aumento na expectativa de vida livre de DAC (homens em 1,5 anos e mulheres em 1,6 anos), de AVC (em 1,8 anos para homens e mulheres) e de ICC (homens em 1,6 anos e mulheres em 1,7 anos).

Comparados com aqueles que mais assistiam TV, os que assistiam menos TV se associaram com aumento na expectativa de vida livre de eventos em aproximadamente 0,8 ano. Os autores concluíram, que quanto maior o nível de atividade física de moderada-a-vigorosa e quanto menor o tempo dedicado à TV, maior a expectativa de vida, em número de anos vividos, livre de eventos CV como DAC, AVC e ICC.

 

Referência: Cuthbertson CC et al. Associations of Leisure-Time Physical Activity and Television Viewing With Life Expectancy Free of Nonfatal Cardiovascular Disease: The ARIC Study. Journal of the American Heart Association. 2019;8:e012657. 

 


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